Ter casos de infarto na família acende um alerta. Mas não é uma sentença. A genética influencia, sim. Mas não determina tudo. Hábitos como alimentação, sedentarismo, tabagismo e estresse têm um peso enorme nesse risco. Ou seja, o histórico familiar aumenta a atenção, mas o estilo de vida pode mudar o caminho. Observar, prevenir e acompanhar faz toda a diferença. Você conhece os fatores de risco que fazem parte da sua rotina hoje?
Diretor clínico: Dr. Glauber Ferreira CRM - CE 7810 | RQE 3531 Av. Santos Dumont 5753 | Sala 1708 | Torre Saúde Complexo São Mateus | Papicu Fortaleza / CE