O novo medicamento chamado lecanemab promete retardar o declínio cognitivo em pacientes com Alzheimer.
Ainda faltam muitos testes, mas o resultado inicial da pesquisa é bastante animador!
Esse medicamento, conseguiu eliminar as placas de proteína, chamadas beta-amiloide, que não são processadas e de forma anormal, se acumulam no cérebro, uma das causas conhecidas da doença. Quanto maior a dosagem, mais placas são eliminadas.
Esse tratamento mostra que, se formos capazes de intervir nessas proteínas que são depositadas, nós podemos modificar o curso do Alzheimer.
Porém, testes mais longos serão necessários para garantir seus benefícios. Mas esse já é um grande passo!
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Diretor clínico: Dr. Glauber Ferreira
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